Se a Bíblia é a palavra de Deus e se nossa salvação depende de a seguirmos, então ela deveria ser claríssima e não um monte de textos obscuros que é preciso interpretar sabe-se lá segundo que critérios, sobre os quais ninguém se entende. Cada seita decide, conforme sua conveniência, o que deve ser tomado literalmente e o que é no sentido figurado.
Além disto, não deveria ser necessário aprender línguas mortas para poder lê-la no original em caso de dúvida ou estudar culturas antigas para entender o tal de “contexto”.
Se partirmos do princípio de que Deus não tentou nos confundir com enigmas e nem está se divertindo às nossas custas, então só podemos concluir que a Bíblia significa exatamente o que está escrito e que não requer nenhuma interpretação. Seria muita pretensão nossa achar que sabemos o que Deus realmente queria dizer com os textos que inspirou. Se ele quisesse dizer outra coisa, teria dito outra coisa. Vale o escrito, vale a interpretação literal, não o que os crentes queriam que ele tivesse dito.
E Deus tinha o poder de evitar que o texto gerasse tantas interpretações diferentes e distorções, se quisesse, ainda mais sabendo que elas ocorreriam.
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